quarta-feira, 8 de abril de 2026

*"70 anos, cheguei!" (Poema)

Quando jovem ouvi dizer que envelhecer é o único meio de viver muito tempo, que a idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.
O tempo passou e aos 70 anos cheguei, mas sabe o que me atormenta em relação às tolices de minha juventude?
É não haver cometido o que agora não posso voltar a cometer, e com os anos que passaram aprendi que envelhecer é passar da paixão para a compaixão.
Aprendi que muitas pessoas não chegam aos setenta anos porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.
E lembrar que aos quinze anos eu só tinha sonhos, quando cheguei aos vinte anos reinava em mim o desejo, aos trinta anos reinava a razão, e só aos quarenta anos veio o juízo.
Aprendi que o que não era sonho aos quinze anos, não se tornaria belo aos vinte anos, não seria forte aos trinta anos, e que não ficaria rico depois dos quarenta anos, e tampouco sábio aos cinquenta anos, porque a vida nunca é feita de nada disso.
Porque agora que aos 70 anos cheguei, percebo que são poucas as coisas que me parecem absurdas, até as decepções na vida não me surpreendem mais.
Quando era jovem pensava que os velhos eram bobos; agora que aos 70 anos cheguei, aprendi que os velhos sabem que os jovens é que são.
Aprendi que a maturidade é voltar a encontrar a serenidade como aquela que eu usufruía quando era menino, até porque nada passa mais depressa que os anos da vida.
Quando era jovem dizia: “Verás quando tiver cinquenta anos!”. Tive cinquenta anos e não vi nada daquilo que imaginava.
Quando era jovem, nos meus olhos ardia a chama de querer viver e amar tudo com muita intensidade, agora que aos 70 anos cheguei, vejo nos meus olhos envelhecidos a luz do que pode vir a frente ou não.
Na minha juventude a iniciativa valia tanto quanto a experiência dos velhos, talvez seja por isso que sempre há um menino em mim, e cada idade me caiu bem, mesmo em condutas diferentes.
Quando jovem andava em grupo, como adulto passei a andar em pares, e agora como velho muitas vezes me vejo andando sozinho.
Agora aos 70 anos cheguei, e mesmo com todo esse tempo passando eu busquei ser feliz quando fui jovem e não fui, mas quem sabe agora eu possa ser feliz se agir de maneira sábia na minha velhice, afinal, desejei chegar à velhice, ainda que as vezes nego que tenha chegado, aliás, não ainda não entendo bem isso dos anos.
Todavia, foi bom vivê-los, não está sendo assim tão fácil tê-los, mas agora aos 70 anos cheguei.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

terça-feira, 7 de abril de 2026

*"Vivendo meus setenta anos" (Poema)

Mais um ano na minha vida, e assim estou vivendo meus setenta anos, me recordo dos caminhos que andei, me lembro que muitos deles foram vividos com dias de difíceis amarguras.
Mas mesmo tendo sido dias sofridos entre tantas amarguras, solidão, decepção e dor, valeu a pena ter vivido até aqui, por que entre os muitos amores que tive na vida, conheci o amor que comigo está a quase cinquenta anos.
Entretanto vivendo os meus setenta anos, começo a me sentir cansado por que sinto o avançar da idade, por outro lado me sinto feliz por meu amor me fazer sentir amado, por isso sou grato ao Verdadeiro Deus por me permitir ser ela a melhor parte da minha vida.
Me lembro que desde criança minha vida era cheia de sofrimentos, quando jovem acreditava que não teria qualquer esperança no meu viver, até que encontrei ela, que comigo está nesses quase cinquenta anos vivendo o nosso amor.
E vivendo meus setenta anos, a vida me ensinou a suportar meus sofrimentos, minhas amarguras, decepções e solidão, tive que me habituar a tudo isso, em especial depois que cheguei na meia-idade.
Mas uma coisa a vida não me tirou, meus sentimentos verdadeiros e sinceros, foi com eles que nunca deixei de amar ela, e aos que continuam a minha volta, ainda que a vida para mim não esteja sendo assim tão fácil ultimamente.
Mas não importa se a vida me trará outra tormenta, estou vivendo meus setenta anos, porque encontrei o amor que me sustenta a quase cinquenta anos.
Juntos estamos passando pela meia-idade dessa união, me sinto feliz sabendo que estou vivendo meus setenta anos.
E mesmo com todo meu sofrer, que possamos continuar tentando chegar a mais anos, se o meu Verdadeiro Deus me permitir, e quem sabe, poder chegar aos cinquenta anos ao lado dela, claro, se sobreviver depois dos meus setenta anos.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"Setenta anos" (Poesia)

Quem diria!? Mais um abril chegou e com ele, meus setenta anos!
Será que velho é o que estou ficando?
Minha vida está passando, e mesmo velho continuo lutando,
Meu tempo está quase no fim, mas meus versos ainda vou compondo,
Mesmo sendo ruins, é pelas rimas que respondo,
Porém certo dia, já estive quase deixando,
De versejar para aos outros ir amando,
Mas é muito triste viver a vida morrendo,
Por querer a outros que estão me esquecendo,
Então creio ser melhor continuar versejando,
E esperando que alguém de mim vá se lembrando,
Já que logo chegará o dia que estarei morrendo,
E quem sabe, possam ler os versos que agora estou escrevendo.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"Chegando aos 70 capítulos dos meus anos" (Poema)

Estou completando 70 capítulos dos meus anos, posso dizer que de certa forma isso até poderia ser um marco significativo diante de tudo que já vivi até aqui, diria que isso é uma forma de celebração da vida e das inúmeras experiências acumuladas ao longo dessas sete décadas.
Nesse momento, olhando um pouco para trás vejo o quanto já foi vivido, o quanto tenho aprendido, e, principalmente, o quanto posso ter sido amado ou não.
Afinal, são 70 anos de muitas histórias, de momentos únicos, dos desafios superados e de conquistas que marcaram a minha jornada repleta de significados na minha vida.
Cada ruga no meu rosto é o testemunho de um sorriso, das minhas preocupação ou de alguma das muitas experiências que me ajudaram a moldar a pessoa que sou agora.
Ao chegar aos 70 anos, o meu olhar para o futuro ganhará uma nova perspectiva.
Se por um lado, o tempo me traz a sabedoria de quem já viu e viveu muitas coisas, por outro, é um convite para que eu continue sonhando e aproveitando o presente da vida com a mesma intensidade de quem já percorreu uma longa estrada e soube aprecia-la.
Compreendo que é tempo de valorizar as pequenas coisas, de cultivar os relacionamentos que realmente importam, e de dedicar tempo às paixões que talvez tenha deixado de lado ao longo desses quase 70 anos.
Chegar aos 70 anos, é uma oportunidade para transmitir a outros o meu conhecimento adquirido, se vão aceita-las ou não, fica a cada um a decisão.
Assim, que cada conversa, conselho ou um simples gesto de carinho, haja sempre uma sabedoria para que eu possa inspirar e guiar as gerações mais novas que estão a minha volta.
Até por que, como dizem; "Não estou envelhecendo, estou me tornando um clássico."
Por isso creio que estou vivendo um momento de retribuição, e de compartilhar o que a vida me ensinou, e tentar servir como exemplo de resiliência, amor e dedicação, apesar das cicatrizes que carrego no corpo e no coração.
Afinal, meus 70 anos não será apenas uma marca no calendário; na verdade, creio que serão 70 capítulos de uma história única, muitas vezes sofrida, poucas vezes alegre, e ao mesmo tempo quem sabe, possa ser uma história inspiradora.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Extraída do Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"Meus 70 anos chegaram" (Poesia)

Aos setenta anos,
Chego aos trancos e barrancos,
Tive algumas alegrias e muitos desenganos,
E sei que ainda virão outros sofrimentos tantos.

Aos setenta anos,
Tento chegar com sorrisos francos,
Mas meu barco já não navega a soltos panos,
Pois na minha vida sempre há muitos trancos.

Aos setenta anos,
Queria poder navegar em calmaria,
Mas as ondas da vida ainda me dão solavancos.

Sei que ao cem anos não chegarei,
E nem quero viver esses anos tantos,
Já que aos 70 anos,
Ainda continuo vivendo aos trancos e barrancos.

Logo meus setenta anos estarão passando,
Nessa vida que ainda estou atravessando.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"Quem dera se chegando aos 70 anos..." (Poema)

Quem dera se chegando aos 70 anos, eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último para dizer “oi, obrigado”, “me desculpe”, “te amo”.
O último dia para abraçar as pessoas amadas com aquele abraço que faz meu coração cantar para que o outro aprecie a vida com o mesmo entusiasmo de quem não guarda nenhuma mágoa e rancor, carinho ou ternura para depois.
O último dia para se fazer as pazes e desfazer todos os enganos, e quem sabe saborear com calma um ultimo banquete de carinho, e que as compreensões viessem espontaneamente do coração das pessoas, e viver o ultimo momento de amor como uma preciosidade genuína que a cada único respiro humano representa o Criador.
Talvez eu não perderia essa última chance para me presentear com os agrados que me nutrem, com as oportunidades para demonstrar o meu amor, viver meus sonhos e todos os meus desejos, expressando minha admiração a cada pessoa que conheço, olhar a beleza singular externa e interna, compartilhar meus conhecimentos e ensinar a como aprender com os próprios erros por mais duros que eles possam parecer.
Quem dera se chegando aos 70 anos, como agora estou chegando, eu pudesse viver a vida com toda a intensidade e me arrepender não do que foi feito, mas daquilo que deixei de fazer, não adiaria minhas delicadezas, não pouparia minha compreensão e principalmente não adiaria meu perdão, ainda que sejam poucos os que merecem isso de mim. Não desperdiçaria minha energia com perigos imaginários, e com uma série de bobagens que só me afastam da vida.
Quem dera se chegando aos 70 anos, eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, até porque daqui a pouco é isso que pode me acontecer, e ai? Quem dera se...,

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"Ainda sou mistério" (Mesmo chegando aos 70 anos) (Poesia)

Não sou a areia da praia,
Onde se desenha um par de asas.

Tampouco sou a pedra que rola,
Nas marés de cada praia renascendo outra.

Sou como uma orelha encostada na concha da vida,
Sou construção e desmoronamento,
Pois ainda sou mistério.

A quatro mãos escrevo o meu roteiro,
Para o palco do tempo em que vivo,
E agora estou chegando aos 70 anos.

O meu caminho quem faz sou eu,
E nem sempre estou afinado com a vida,
Até porque nem sempre sou levado a sério.

Porém vou desistir de viver,
Se deixasse que isso acontecesse,
Seria reconhecer a derrocada dos meus sonhos.

Pois enquanto eu viver,
Sonhar fará parte da minha existência,
Ainda que eu seja mistério,
Mesmo chegando aos 70 anos.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2026
 

domingo, 5 de abril de 2026

*"O tempo ensina" (Crônica da Vida)

Nos últimos tempos tenho percebido que certas pessoas simplesmente saíram da minha vida, se afastaram, algumas me excluíram ou me deixaram de lado por interesses maiores, quem sabe por causa das suas próprias deduções.
Essas pessoas talvez nem sequer imaginavam o quanto me feriam, e o quanto me fizeram falta por um bom tempo.
Talvez seja porque não se deram conta da importância que tinham pra mim, ou porque não compreenderam o respeito que eu tinha por elas, e do cuidado também.
Já houve momentos em que até fui atrás delas, até porque me senti no dever de saber a razão, porém é claro, que as deixei livres para fazerem o que quisessem, mas sempre buscando colocar no coração delas o meu pedido de perdão, e reconhecendo os meus erros com elas.
Entretanto, de outras pessoas, não fui atrás, simplesmente as deixei livres também, perdoando-as pelo falso amor que me ofereciam, pela falsa amizade, pela ingratidão ou até mesmo pelo descaso.
Afinal, quem sabe o tempo possa ajudar para que alguma coisa mude. Até porque ele nos ensina que nem todo caminho é aquele que traçamos pra gente, e, se não soubermos discernir o que é bom e o que é ruim pra nossa vida, jamais alcançaremos o que é necessário e intenso para o nosso coração.
Assim, acredito que tem afastamentos que são causados pela nossa falta de atenção, mas outros, realmente é o tempo que nos mostra a salvação de muitas frustrações.
Por isso tem coisas que é só com o tempo que a gente vai entender, até lá, a gente sofre sim. Mas em compensação podemos nos superar e crescer.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Imagem Gerada por IA
©Todos os direitos reservados/2026
 

*"O que é família hoje em dia?" (Crônica da Vida)

Com o passar dos anos e o avançar da idade, tenho percebido que já não faço mais parte nem das fotografias em família. Alguns dirão que sou eu o culpado por causa de uma série de circunstâncias, é por isso que sempre me pergunto: O que é família hoje em dia?
Bem, mesmo nessa época tão tecnológica onde tudo se transforma em selfie nas redes sociais pela internet, penso que, família não é a fotografia perfeita numa dessas selfies ou na moldura da sala.
Para mim, família é quem fica quando tudo se desfaz, é quem sabe ler o meu silêncio… e não tem medo dele.
Até porque, sou do tempo em que família era um momento em que a reunião era uma verdadeira confusão, tinha barulho e cansaço, mas também tinha colo, e gargalhada no meio do choro,
era “chegar quando pudesse”, que quer dizer “vem agora”.
Não era sempre fácil, havia momentos em que aconteciam algumas magoas, onde alguém poderia cometer alguma falha, onde às vezes algumas coisas ou palavras até feriam, mas depois havia outros momentos em que todos se juntavam de novo e tudo se curava, pelo simples fato de estarmos juntos.
Foi assim que aprendi que família não era sobre parecer, era sobre ser, era sobre ficar, mesmo quando tudo à volta parecia nos mandar fugir. E às vezes, família é aquele que chega sem aviso,
mas que soube amar como se sempre tivesse estado ali.
Mas hoje em dia vejo que as vezes tem coisas que são um muito mais complicado no meio da família, até porque, temos que tomar muito mais cuidados do que antigamente naquilo que falamos, sobre o que pensamos, sobre gestos ou atitudes, sobre expressar o que sentimos ou não, enfim, hoje em dia é muito difícil estar em família, é por isso que me pergunto: O que é família hoje em dia?

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Imagem Gerada por IA
©Todos os direitos reservados/2026
 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

*"Buscando transformar a minha consciência" (Crônica da Vida)

Demorou alguns anos para que eu pudesse compreender algo que sempre esteve diante de mim o tempo todo na minha vida, afinal, quando minha maturidade chegou, o olhar sobre meus pais deixou de ser ingênuo e começou a ganhar novas camadas.
Tudo aquilo que antes era aceito sem questionamentos passou a ser analisado com mais consciência. E foi nesse momento que começaram a surgir memórias das ausências, das falhas, dos silêncios e dos gestos que poderiam ter sido diferentes, entretanto não foram.
Foi assim que aprendi que é natural, nesse processo, a minha dor aparecer com mais força, até porque enxergar a realidade exige coragem.
No entanto, aprendi que crescer também é perceber que meu pai e minha mãe nunca foram super-heróis prontos que eu imaginava; longe disso, eles eram pessoas atravessando suas próprias batalhas, lidando com medos, limitações emocionais e histórias que muitas vezes também doeram em cada um deles.
Com o tempo, a vida tem me mostrado que permanecer preso a essas faltas não reconstrói o que passou. Desta maneira, cobrar eternamente o que não me foi dado apenas prolonga o meu sofrimento.
Com isso creio estar conseguindo encontrar na minha maturidade a compreensão de que agora sou responsável por minhas escolhas e pela forma como vou conduzir minha história daqui para frente.
Afinal de contas só posso oferecer aquilo que tenho, e eu não vou conseguir entregar um amor saudável se nunca aprender a receber. Quando reconheci isso não significou que consegui minimizar minhas dores, porém agora já consigo decidir a não perpetuar em mim ciclos que me ferem.
Por isso vou tentar transformar minha consciência e buscar uma nova ação para que eu possa escolher caminhos que podem ser mais saudáveis, não só para mim, mas para todos a minha volta.
Acredito que tenho, ao menos estou tentando, evoluído para conseguir olhar para trás com honestidade, e não permitir que o rancor ou mágoas definam o meu futuro.
Agora estou começando a compreender que honrar pai e mãe não é romantizar erros, então creio que posso escolher não viver mais aprisionado as mágoas.
Entendo que estou chegando num momento da minha vida em que tenho de fazer algo que muitas vezes é difícil de ser feito, que é saber perdoar.
Porque o perdão é um processo interno que pode libertar quem decide perdoar, e quando essa decisão amadurece no peito, o coração encontra mais leveza e a vida segue com mais autonomia. Assim tenho aprendido que crescer é, acima de tudo, assumir o próprio caminho com mais responsabilidade e muita compaixão.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2026
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Imagem Gerada por IA
©Todos os direitos reservados/2026