
Esquecidas e empoeiradas,
Ninguém as lerá, estão esquecidas,
Em páginas amareladas e enegrecidas.
Versos grafados, poesias abandonadas,
Em outros cadernos, enclausuradas,
Falam de coisas no coração sentidas,
Falam de coisas acontecidas.
Dizem coisas do coração sentidos,
Mostram sonhos vividos e esquecidos,
Devaneios muitos e amores perdidos,
Sentimentos tantos, mas por poucos vividos.
Poesias e versos entre capas do caderno guardadas,
Para não serem lidas jazem ignoradas,
Não tocaram corações e nem sentidas,
Poesias escritas para nunca serem lidas.
®Jorge Bessa Simões
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*Foto Arquivo Google Imagens.
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