
Não há para elas no viver da vida, os desenganos, nem pensam na infância que se vai e passa, para elas só há o rir, as flores na beira do caminho.
Quem dera eu criança voltar a ser, quem dera não conhecer da vida as mágoas, os sofrimentos, mágoas tidas por outros, num sofrer que não se finda.
Por causa de tantas desigualdades, e que nos sentimentos trago marcas causadas por tantas lágrimas que tem sido vertidas, e que muitas vezes me fazem viver sem esperanças.
Ah, as crianças! Minhas crianças!
®Jorge Bessa Simões
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