
De mágoas eram tão cheios e muito tristonhos,
Os olhos da mulher amada, promessas de um novo mundo,
Lampejos de risos e povoados de sonhos!.
Os olhos da mulher amada, poderiam se traduzir em carinhos,
Saudades, doçuras ou amarguras,
As vezes revelava das rosas os cruentos espinhos,
Alegravam a vida mas demonstravam os revezes!.
Os olhos da mulher amada, profundos e estranhos,
Vê-los traduziam a mim ternura e se tornaram cheios de encantos,
Sorriram ao ver o verde dos meus olhos,
E como brilharam aqueles olhos castanhos!.
E feliz sou eu que vivo para esses olhos olhando,
Pois das mágoas me esqueço,
E nem me lembro dos prantos,
Que os olhos do mundo veem por ai derramando!.
®Jorge Bessa Simões
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