quarta-feira, 29 de novembro de 2023

"Preciso sair dessa clausura" (Crônica da Vida)

Por algum tempo tenho me sentido sem importância e desanimado por muitas coisas que me fizeram, fazem ou disseram e dizem, mesmo buscando fazer o meu melhor, pois é o pior de mim que observam, é como se tudo que fiz ou faço não tenha valor.
É por isso que muitas vezes me enclausuro dentro de mim, me fecho para a vida, me sinto sozinho numa imensa solidão, passei a sentir medo por não ser aceito por alguns, por causa das muitas distorções e incompreensões naquilo que digo ou escrevo, mas por outro lado não posso desistir, tenho que me arriscar, não para agradar as pessoas mas para manter minha consciência em paz.
Tenho de seguir em frente, não posso viver me escondendo de todos, não quero viver camuflado na vida, não posso aceitar essa condição, por isso aos poucos vou tentar sair desta minha clausura, oro ao Verdadeiro Deus, para não me sentir mais estranho, entendo que preciso renascer e crescer mais uma vez.
A vida é tão bela, preciso alegrar meu interior, quero voltar a sentir minha liberdade, abrir meus horizontes como se fosse a primeira vez na vida, quero voltar a me sentir feliz.
Compreendo que devo estar pronto para realizar meus sonhos e acreditar que posso fazer tudo de bom, e que valerá a pena, se ao menos eu tentar.
Sei que resta pouco tempo nesse meu caminhar de momento, mas logo minha vida terá um novo sentindo num paraíso eterno, creio que o Deus Verdadeiro tem me dado forças para sentir essa alegria na minha vida, porque tenho certeza que por Ele, fui escolhido para ser sua testemunha.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

terça-feira, 28 de novembro de 2023

"As Boas Novas do Reino a pregar" (Poesia)

Ao sairmos as ruas da cidade com muita fé,
Passamos por pontes e praças com árvores aos montão,
Na cidade relativamente calma caminhamos a pé,
Falando com as pessoas sobre alcançar no futuro ricas bençãos.

Olhando nas pontes e praças vemos crianças a brincar,
Ao redor estão seus pais a ampará-las,
Porém algumas vezes tudo se torna deserto,
Ficando somente nós e os pássaros com seu cantar.

Com minha companheira de fé por entre ruas, pontes e praças,
Vemos pessoas entre suas correrias e seus afazeres,
Muitas não gostam de parar, mas somos levados a elas,
Pois temos uma mensagem de boas novas para pregar.

Mesmo que elas tenham suas fé essas famílias,
Nesta cidade parecem estar ligadas com um nó,
Compartilhando momentos de tristezas e alegrias,
Outras se esquecem que nessa vida ninguém vive só.

Sabemos que as pessoas tem suas necessidades,
Fisícas, materiais, mas buscamos ajudar na parte espiritual,
E assim nós temos de sair de casa para pregar,
Por isso nesta cidade buscamos outros para poder ajudar.

®Jorge Bessa Simões

Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2024
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2024
 

"A curiosidade é a mãe das descobertas" (Crônica da Vida)

Muitas vezes sinto-me hipnotizado por alguns cheiros, de preferências os melhores cheiros que a vida pode nos trazer, mas em especial aqueles que me trazem lembranças e recordações dos melhores momentos que já vivi e vivo ainda.
Sou fascinado pelo cheiro do corpo banhado, cheiro do shampoo no cabelo, do creme de barbear, do perfume usado para finalizar um dos melhores momentos do dia depois de um bom banho, e mais gostoso ainda, é sentir o cheiro do perfume da mulher amada, em especial a minha que me espera todas as noites bem cheirosa.
Porém, entre tantos cheiros, um me faz retornar a infância, pode parecer bobagem, mas o cheiro de naftalinas de lavanda me faz lembrar da minha ingênua curiosidade, porque elas sempre foram um mistério pra mim quando criança.
Eu gostava de abrir as gavetas e procurá-las, enfiadas sob minhas roupas ou entre meu cobertor e minha toalha felpuda, porém um dia, eu era bem pequeno (mas isso não conta), peguei uma delas e de tão fascinado pelo seu cheiro, sem perceber a joguei para dentro da minha boca, e foi tão rápido que a engoli de imediato, ainda fico pensando se estou mesmo aqui escrevendo isso.
Porque agora, todas as vezes que abro uma das minhas gavetas e vejo as naftalinas de lavanda, (que demorei muito tempo pra usá-las), sinto o cheiro de infância e também da minha boca espumando, nem sei como ainda estou vivo.
Enfim, de uma coisa eu tenho certeza; "a curiosidade é a mãe das descobertas", e eu consegui sair vivo de uma dessas curiosidades.
Entretanto, nunca façam ou deixem alguém fazer isso, lembre-se da "mãe das descobertas."

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

"Que haja compreensão ou ao menos respeito" (Crônica da Vida)

Quando criei está página para rede social, não foi para contatar familiares e amigos distantes de outras cidades, estados ou até de outros países.
Na verdade foi para poder postar publicações que por anos estiveram guardadas nas linhas dos meus cadernos.
São poesias, poemas, crônicas ou textos referentes as minhas "Memórias Poéticas", muitas das quais contam parte da minha história, dos meus aprendizados com erros e acertos, dos meus sentimentos e das lições que ficaram de tudo isso, para que quando as lessem pudessem compreender que elas são baseadas nas minhas experiências na vida.
Respeito os que poderão não gostar dessas postagens, talvez por falta de entendimento ou compreensão, ou que poderão lançar críticas a essas divulgações, tanto que cheguei a cogitar em não fazer essas postagens.
Mas por outro lado após algumas publicações, fui encorajado a continuar, porque além de terem sido compreendidas por alguns, percebi que existem pessoas que se beneficiaram com elas após lerem minhas postagens.
Desta forma pretendo continuar fazendo isso com o máximo de critério e respeito, enquanto sentir que tenho a minha consciência tranquila nas publicações que venham ser postadas.
Porém mesmo assim, se alguém se sentir ofendido quanto as palavras que transcrevo e ou as imagens que uso para ilustrá-las, entre em contato comigo, e se mesmo assim, por esses motivos não quiserem me acompanhar nas redes sociais, e sequer ter a minha amizade , sinta-se a vontade de tomar a decisão que melhor lhes convier.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Entre as linhas de um caderno" (Crônica da Vida)

No tempo em que estou vivendo percebo que tudo está em queda livre, vejo pessoas de olhos fechados e braços cruzados, dessa forma minhas lágrimas deslizam entre as linhas que escrevo e no meu devaneio absurdo apenas suspiro, sei que quase ninguém irá implorar para "Deus" em voz alta por mim.
Abro os olhos enquanto estou caindo pra ver se alguém vem me ajudar antes que toque o chão tumular que me espera, porém me dou conta de que ninguém vai aparecer, ao contrário, tenho a sensação que muitos desejam me ver cair, por consequência nem mesmo minhas experiências de vida irão amortecer minha queda.
Não preciso ver mais nada para saber que ninguém estará por perto ou que estão por ai pensando em mim, aliás é mais fácil me esquecerem, não me importo, percebo que muitos nunca me compreenderam, apenas me aceitaram por conveniência do momento.
Que fazer se nas minhas inspirações busco amar as coisas que voam livres em meus pensamentos, sei que quando morrer irei embora deste mundo sem arrependimentos, espero que de uma certa maneira, diante do que escrevo possa estar deixando ao menos minha marca.
Na minha vida inteira fui marcado pelas palavras denegridas de muitos, ganhei, perdi, amei, odiei, me perdi tantas vezes e me encontrei, e quando quiseram fui encontrado, senti desprezo e poucos foram os momentos de alegrias que me libertaram, tento ser diferente do que já fui e me orgulho de quem sou.
Mesmo que passe um tempo sem publicar minhas poesias ou poemas, eu vou escrevendo e escondendo-as entre as linhas de um caderno que sei, logo serão esquecidos e quem sabe até jogado fora por aqueles que não irão compreendê-las.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Quanto tempo ainda me resta?" (Crônica da Vida)

Ao me deitar me lembrarei que poderia ter falado com alguém, quem sabe até com você, amanhã ao acordar pode ser que venha falar com algumas pessoas, porém, não será com quem queria que fosse e sequer será com você ou pode ser que não fale com mais ninguém.
Passará o dia, a vida é uma correria tão grande, mas não me acostumo ficar sem falar com alguém ou até com você, creio que ninguém, nem mesmo você se lembrou de falar comigo.
Em certo momento pensei em pegar o celular e te ligar, quem sabe te mandar uma mensagem, saber como você está, se por acaso estou em seus pensamentos, se é que se lembra de mim.
Não consigo decidir em qual resposta acreditar, tenho andado confuso vivendo minhas incertezas, tem momentos que não quero saber nem da minha própria vida.
Não, não se preocupe vai ficar tudo bem, embora não tenha tirado do meu peito a saudade que sinto de você.
Fico imaginando como poderia ser se me encontrasse com você em qualquer lugar e poder te dar um abraço, mas, no meio de tantas incertezas em meus pensamentos, me lembro que talvez só eu ame, você.
Você que tem aquele jeitinho com que havia sonhado e que em um certo momento da vida, tive certeza do seu lugar na minha vida, mas, só tenho saudades, chega ser engraçado saber que você está tão perto e não posso te encontrar.
Sei que novamente não vou falar com você, está se acabando o meu dia e já chegou a noite, cansado vou me deitar, mas não me esqueço de quanto tempo estou sem falar com você, mesmo tendo tanta gente com quem conversar.
Chega ser uma angústia essa saudade que sinto de você, mas tudo bem, vou me deitar, amanhã começará mais um dia, talvez nós não iremos nos falar mais, fazer o que? Sei lá!
Eu mesmo não sei quanto tempo ainda me resta.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

domingo, 26 de novembro de 2023

"Só depende de mim" (Crônica da Vida)

Quando me levantei de manhã, pensei no que tinha de fazer antes que o relógio marque meia noite, minha função foi escolher que tipo de dia teria hoje, poderia reclamar por estar frio, chovendo ou agradecer às águas que lavam a poluição, ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando assim o desperdício.
Poderia reclamar sobre minha saúde ou dar graças ao Verdadeiro Deus por estar vivo mais um dia, me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que queria ou posso agradecer a eles por ter nascido.
Poderia reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho, ficar triste quando não me ouvem ou pior, nem se lembram de mim mesmo quando tento passar as pessoas o meu melhor, mesmo enfrentando minhas limitações.
Poderia lamentar as decepções de alguns familiares e amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de servi-los e mostrar um novo caminho que podemos seguir, e que no futuro nos trará bênçãos eternas aqui mesmo na terra.
Porém se as coisas não saírem como planejo, posso ficar feliz por ter tido esse dia para recomeçar, afinal, o dia está à minha frente esperando para ser o que eu quiser, e aqui estou eu, descrevendo a vida que poderá dar forma real as minhas palavras, só depende de mim e que meu Verdadeiro Deus me permita.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Gostar ou amar?" (Poema)

Qual a diferença entre “gosto de você” e “amo você?"

Bem vamos imaginar que,
Quando você gosta de uma flor,
Você à arranca da sua caule?
Claro que não!

Agora se você ama uma mulher,
Você à maltrata?
Claro que não!

Então assim como você gosta de uma flor,
E a rega todos os dias,
Compreenda que se você ama uma mulher,
Deve trata-la com todo carinho do seu coração,
Em todos os momentos da sua vida.

Pode ser que essa seja a pequena diferença,
Entre gostar e amar,
Se você entender isso,
Com certeza entenderá a vida,
E compreenderá o valor,
De ter a mulher amada ao seu lado.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"O outro lado da história" (Crônica da Vida)

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, e as pessoas da escola não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando seus colegas de escola o viam, franziam a testa porque a cicatriz que ele tinha era muito feia.
Certo dia, a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais a escola.
O professor levou o caso à diretoria da escola, que ouviu atentamente a situação e chegaram a seguinte conclusão.
"Que não poderiam tirar o menino da escola, mas que conversariam com ele para que fosse o último a sair da sala de aula e o primeiro a entrar, desta forma nenhum aluno veria o rosto do menino a não ser que olhassem para trás."
O professor achou magnífica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição da escola, com uma condição: Antes ele compareceria na frente dos alunos na sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ em seu rosto.
A turma concordou e no dia marcado o menino entrou, dirigiu-se à frente da sala de aula e começou a relatar:
"Sabe turma, eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas gostaria que vocês soubessem como foi que a adquiri: Minha mãe é muito pobre e para ajudar na alimentação de casa, ela passa roupas para fora, na ocasião eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade, além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e minha irmãzinha com apenas alguns dias de vida, nossa casa era muito simples, feita de madeira, foi então que não sei como nossa casa começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo muito rapidamente e estava muito quente.
Minha mãe me colocou sentado no chão do lado de fora e disse para ficar com meus irmãos até ela voltar, pois tinha que pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram. E eu via minha mãe gritar: "Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto dela o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha.
Foi aí que decidi, peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse que eles não saíssem dali até eu voltar. Saí por entre as pessoas sem ser notado e quando perceberam, eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha, sabia o quarto em que ela estava, quando cheguei lá ela estava enrolada em um cobertor e chorava muito, neste momento vi cair alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou em meu rosto."
A turma estava quieta e atenta, porém um tanto quanto envergonhada. E o menino continuou: "Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que a acha linda, e todo dia quando chego da escola, minha irmãzinha, me beija e me abraça, porque ela sabe que a CICATRIZ que tenho, é marca do meu AMOR por ela."
Quando ele terminou o seu relato, vários alunos começaram à chorar, sem saber o que dizer ou fazer, e assim, o menino foi para o fundo da sala de aula e quietamente sentou-se em sua cadeira.

®Jorge Bessa Simões
(Baseado em Texto de Autoria Desconhecida)

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"O tempo a balançar está" (Poesia)

O tempo a balançar está,
É no balanço do tempo,
Que a cada instante,
Se esvai o meu tempo.

Tempo que no seu balançar,
Me mostra a todo instante,
Que o momento do meu tempo,
Logo irá chegar.

E por mais que queira,
Fugir do balançar do tempo,
O meu momento se achega no tempo,
Tempo do meu findar.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"A vida não tem medida" (Poema)

A vida não tem medida,
Não cabe no tempo do nosso tempo,
A vida nunca é suficiente,
Para tudo que sonho ou busco,
Haverá sempre um livro para ser lido,
Uma conversa interrompida pela incompreensão,
Um amor inacabado,
Por que alguém não quis ser cúmplice em amar.

A vida não tem medida,
Ainda que venha haver um cheiro bom vindo do forno,
Uma música no celular ou mesmo em uma vitrola antiga,
E por que não por causa de um beijo pela metade,
E um fato, a vida não tem tamanho,
Ela é e vai ser sempre a vida,
No tempo do seu tempo de viver.

A vida não tem medida,
Enquanto houver um café novo passado no coador,
Aquele de pano que trás muitas lembranças da vida,
Pode ser que ainda tenha uma palavra nova,
De algo que me faltou dizer na vida,
E sempre haverá uma vontade,
Uma fome, uma sede, um sono,
Um carinho, um amor a ser vivido,
Uma vida que passa e que no final,
A acredito que passou tão rápido,
Que ainda falta viver muitos sonhos,
Sempre haverá algo, alguma coisa, isso ou aquilo.

A vida não tem medida,
Toda vez que vem uma nova manhã,
Com um dia de sol ou uma noite de lua enorme,
E uma segunda-feira com cheiro de domingo,
Porque a vida sempre começa e nunca termina,
E a morte é apenas um bocejo,
Um breve sono de tudo em que acredito,
Já que um dia poderei ser ressuscitado,
Para viver uma vida eterna num paraíso terrestre,
Onde a vida não tem medida.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"O difícil não é impossível" (Poesia)

Quem vive para o que der e vier,
Sabe que semeando a boa semente,
Ainda que seja pela umidade das lágrimas,
Um dia verá nascerem as plantas.

Pode mesmo acontecer que os outros,
Não valorizem o quanto custou esse trabalho,
Não faz mal;
Você se comprometeu pelo ideal do bem.

Não importa se nesse esforço,
Tropeçou e caiu,
Pois é aos que tombam na luta,
Que se costuma chamar de heróis.

Apenas o que se lhes pede é,
O testemunho da PERSEVERANÇA.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"A vida" (Poema)

Em todos os caminhos, há pedras,
Em todas as batalhas, há perdas,
Não conforme-se com a derrota,
Muito pelo contrário...,
Sinta-se instigado a vencer novos desafios,
A força do pensamento e as atitudes,
São armas para derrotar o fracasso,
Anime-se!
Vá atrás dos seus sonhos,
Não se arrependa de nada,
A vida é muito curta,
Para nos preocuparmos com coisas pequenas,
Então plante agora,
O que você espera colher no futuro,
Tenha foco e tudo se tornará mais fácil,
A vida é mais fácil,
Para aqueles que não desistem dela.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

"Ausências" (Poema)

Muitas vezes não importa quem somos ou que fizemos na vida.
Não importa as marcas que tenhamos deixado, o vento do tempo segue apagando nossas pegadas e os caminhos que percorremos, e aos poucos vamos sendo esquecidos.
E isto acontece mesmo que não tenhamos partido para sempre, muitas vezes bastam as ausências daqueles para quem não fazemos a menor diferença.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"A questão de ser duro ou não" (Poema)

Quantas vezes sinto,
Que perco meu tempo,
Alimentando relações unilaterais,
Tentando ser gentil, atencioso e amoroso,
Com quem jamais se importou comigo.

Quer dizer,
Não se trata de endurecer meu coração,
E deixar de lado a doçura e a delicadeza,
De amar ou não,
Mas sim de aprender a separar o joio do trigo.

Ou seja,
Tenho que começar a ser mais afetuoso,
Comigo mesmo,
Só assim estarei aprendendo a distinguir,
O que deve ser valorizado,
E o que tenho a obrigação de manter ignorado.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Minhas mudanças" (Crônica da Vida)

A cada ano que passa tento continuar meu processo de mudanças, em especial minhas mudanças internas.
Desde que nasci fui me descobrindo aos poucos até chegar a me conhecer como sou, por isso sei que sou muito mais do que muitos possam imaginar.
Sou muito mais forte, pois desde muito cedo aprendi a ser um guerreiro e a acreditar em mim mesmo.
Sei o quanto sou complicado para ser entendido, mas o que fazer se nesse mundo cheio de loucura algumas coisas desestabilizam minha sanidade.
Na vida sou um grande aprendiz, é por isso que aprendi que tenho de viver um dia de cada vez, e todos os dias que já vivi, me deram forças para que pudesse buscar a minha renovação, ainda que amanhã meu tempo venha se acabar.
Mas dentro do que me resta nas minhas mudanças, quero aprimorar o equilíbrio que preciso e que pode ser necessário para minha sobrevivência, ainda que possam existir aqueles que não irão compreender que mesmo nas minhas mudanças, eu continuo sendo o mesmo.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"E o tempo passa" (Crônica da Vida)

O tempo passou com uma rapidez absurda deixando em mim todos os tipos de marcas, deixou uma linha de expressão ao redor dos meus olhos, mudou minha fisionomia, com o passar do tempo vieram as saudades, os amores, as tristezas e tantas alegrias.
O tempo me deu pessoas especiais, tão especiais, que o próprio tempo também as levou de mim, é certo que me trouxe momentos inesquecíveis em que me orgulho de ter tantos no meu coração e nas minhas memórias.
Por isso com o meu tempo, escrevo essas palavras, que para alguns pode parecer que estou imaginando 'o meu fim' em um primeiro momento, mas não é isso, nas palavras que escrevo, estão contidas histórias que nem um livro todo poderia contar.
Embora o tempo possa ter mudado meu corpo, meu rosto e até meu jeito de ver a vida, no final das contas o tempo não mudou minha alma que está mais em forma do que nunca, no meu peito, meu coração, ainda que quase tenha parado por três vezes, bate tanto e tão forte que é nesse tempo que me lembro de todos que fizeram ou fazem parte desse meu tempo que passa, de novo e de novo.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

"Ao acordar" (Crônica da Vida)

Ao acordar vi que a realidade da minha vida pode ser; "Estar sempre apaixonado, por mim!
Ter como melhor companhia, minha sombra!
No que falo ou faço, confiar em mim!
Que devo preferir ficar com meu próprio eu, mas do que com qualquer outra pessoa que não aceita meu eu.
Que minhas palavras escritas os olhos possam ler, e são as minhas atitudes que o coração acolhe, que sonhar é tão bom e a realidade pode tornar os meus sonhos perfeitos.
Que fazer algo por alguém é a minha atitude como humano, mas fazer por mim mesmo é um ato de inteligência, que querer mudar as pessoas a minha volta, é burrice, porém mudar a mim mesmo é conhecimento e sabedoria.
Que o amor existe mas que não devo procurá-lo, afinal, ele sabe onde me encontrar, que lutar por um amor é muito bom, mas é ótimo quando realmente vale a pena.
Que se todas as minhas tentativas para ter algo ou alguém foram esgotadas e não teve resultado algum, então o melhor é deletar meus arquivos principalmente na minha memória e fazer novos programas na vida.
Que ter amizades, puxa é tão bom, mas ter amigos verdadeiros seria algo bem confiável, a minha vida não é um jogo, mas é um quebra cabeça, e se encaixar uma peça errada na tentativa de acertar, não terá valido a pena todo o resto dos meus desenhos.
Não importa quantos diplomas possa ter, quantos bens posso conseguir se não tiver em cada um, belo conteúdo para dar valor a cada conquista que tenha feito até hoje.
Devo pensar que não adianta postar fotos bonitas todo dias, se por trás delas o meu personagem real não tiver uma bela história num simples click.
Afinal, minha vida não é uma peça de teatro que ao fechar as cortinas se acaba, mas é um grande circo, e sou feliz e gosto de sorrir e fazer alguém sorrir, que tudo que fizer, se não tiver um objetivo concreto de nada terá valido a pena, nem mesmo a minha vida.
Não posso simplesmente ficar sentado na arquibancada da vida, pois a vida é SER e não TER, e o amor é uma vida de mão dupla e eu sou um cérebro a ser formado todos os dias.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Sonhos" (Poesia)

As vezes nossos sonhos não se realizam,
Não é porque o sonho seja algo imaginário.

É porque muitas vezes,
Nos falta coragem para vivê-los intensamente...

Talvez seja por isso que nossa vida,
Seja sempre repleta de arrependimentos,
Receios e medos...

E o medo de sonhar muitas vezes,
Pode transformar nossas vidas,
Em pesadelos.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Espelho dessa alma" (Poema)

É impossível para o espelho dessa alma refletir a imaginação de algo que não está diante de mim, assim como é impossível que um lago tranquilo, mostre em toda sua profundeza a imagem de uma montanha, uma árvore ou nuvem que não existe na terra.
É impossível que a luz projete na terra a sombra de um objeto que não existe, assim como nada pode ser visto, ouvido ou sentido sem ter a essência real da sua presença na luta contra o mal, o excesso é bom; pois quem é moderado em anunciar a verdade estará apresentando apenas uma meia-verdade escondendo a outra metade com receio das pessoas.
Assim não vou me surpreender se alguém disser sobre mim: "Esse homem com excessos, se volta para o lado mais desagradável da vida e não apresenta nada mais que desgraças e lamentações."
O que significa que alguém não me entendeu e porque não compreendeu que na casa da ignorância não há espelho no qual se possa ver a alma e a vida que é como uma escuridão que termina na explosão da luz do dia, sempre!!!

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

"Marcas no tempo" (Poema)

Com o tempo tudo se apaga, tudo se esquece,
Porém as marcas que estão dentro de mim,
Nem o tempo, nem nada apagará,
Somente a morte fará isso,
Por isso enquanto estiver aqui, vivo,
Jamais vou me esquecer cada um de vocês,
Que nos últimos tempos tem deixado,
Marcas tão profundas em meu coração,
Vocês ficarão sempre guardados no meu peito,
E nas minhas memórias.

As vezes me encontro no silêncio do meu quarto,
Para me lembrar e com emoção, chorar,
Não de tristezas, mas com alegria e felicidade,
Pois um dia tive vocês e não os perdi,
Os vejo, não como antes,
Mas com um olhar diferente,
Um olhar que vem lá de dentro,
Um olhar que quer se expressar.

Mas ao mesmo tempo,
Tenho medo de ouvir mais uma vez um "NÃO"!
Então por favor, não me digam um não,
Me deixe esperar eternamente o "SIM"!
Para que os possa amar sempre,
Somando com alguns,
Todo amor que tenho por vocês,
E que me trazem marcas no tempo.

®Jorge Bessa Simões
(Baseado em Texto de Autoria Desconhecida)

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Nosso tempo" (Poema)

Ele cobra de cada um de nós tudo aquilo que já vivemos, as escolhas que fizemos ou faremos, não dá para fugirmos do tempo, mesmo quando vivemos os momentos mais lindos de nossas vidas.
O tempo passa muito rápido quando vivemos nossas realidades diárias, somente os bons momentos ficarão guardados, e isso o tempo não consegue tirar de nós por mais doida que seja a velocidade com que o tempo passe.
O tempo na sua tresloucada correria nos lembra que um dia nós fomos crianças, nos tornamos adulto, nos faz recordar das escolhas que fizemos, e o que é pior, nos cobra as consequências dessas escolhas e nos faz ver que em breve poderemos morrer.
Mas tem algo valioso no tempo, nós podemos ver as experiências que tivemos, por isso não deixe para depois aquilo que você sonha e que pode ser realizado, aliás, porque não agora?!
O tempo é implacável e nos faz enxergar o quanto vivemos uma vida de incertezas, nos deixa claro que não sabemos o que poderemos ou não fazer amanhã, assim, o que podemos ter certeza na vida são as coisas já concretizadas.
Quando o tempo passa diante dos nossos olhos, podemos ver as mudanças que poderiam ter ocorrido e que decidimos não fazer por medo, dúvidas ou mesmo por covardia.
As vezes é necessário que o tempo passe para podermos raciocinar as diversas situações em que não enxergamos quais eram os erros que cometíamos ou que ainda cometemos.
É por isso que o tempo por si só, nos serve como um "espelho refletor", alguns dirão que este espelho não existe, e que nunca existirá, mas, o reflexo sobre nossas ações sempre irão refletir naquilo que precisa se modificar, e se acaso não corrigirmos nossos erros, com certeza cometeremos de novo, e dai, como ficará nosso tempo nessa vida?

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Lugares onde vivi" (Crônica da Vida)

A terra dos meus anos vividos, não foi onde nasci, mas se tornou meu teto amigo, me lembro da antiga estação, da Maria-Fumaça fumegando nas suas idas e vindas bem ao lado da escolinha em que comecei a estudar, das suas matas e bosques, da solidão do céu estrelado, do lindo amanhecer, dos rios com suas correntezas onde muitos amores nasciam e cresciam no meu coração, que saudades dos meus tempos de criança, e dos anos que nela vivi.
Em seus vales e montanhas, via como era linda aquela terra d'alma do meu coração, suas antigas cachoeiras e rios que desciam rumo ao grande rio Tietê com suas águas ainda límpidas onde ia me banhar em dias quentes.
Por vezes sentava no barranco do riacho que passava ao lado de casa sabendo que naquele lugar eu vivia momentos da minha infância e juventude que ficariam gravados em minhas memórias, quantas paixões vivi debaixo de um manto estrelado e sob as noites enluaradas abraçado aos amores que tive, e que sob as águas daquele riacho, beijei e vivenciei momentos lindos, aonde adormecíamos nossos cansaços ouvindo a sinfonia noturna com as mais belas notas musicais tocadas pela natureza a nossa volta.
Porém tudo isso se esvai nas areias do tempo, restando as lembranças daquela imensa terra paraíso, uma época que nunca será esquecida, e me esquecer do que? E de quem haveria?
Me lembro das antigas casas de sapé ou telhados de zinco em noites enluaradas iluminadas por luzes frementes de um lampião a querosene, junto a um fogão de lenha, onde me aquecia com as histórias dos amores que lá tive e vivi, quantas saudades dos amanhecer que iluminavam meus horizontes, como gostaria de poder voltar no tempo e penetrar na alegria dos meus pensamentos e reviver tudo naquela terra e nos lugares onde vivi.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Na estação da vida 2" (Crônica da Vida)

Como eu amei, amei algumas vezes rápido demais, com isso cheguei a perder o encanto de amar, convivi e ainda convivo com a ignorância, prepotência, arrogância e a incompreensão de algumas pessoas que já me fizeram ou me fazem muito triste.
Sempre encontrei o que procurava, porém fui tolo demais por acreditar em certas pessoas, mas ao menos, fui humilde o suficiente para entender e aprender essa lição da vida, foi assim que busquei ganhar o jogo.
Cantei, dancei, chorei, fiquei chateado e muitas vezes sai sem rumo, mas nunca fiz nada de sobrenatural, e jamais pensei ou penso em salvar o mundo, até porque sei que não conseguiria.
Por causa dos meus erros, pago caro e sofro as consequências deles, mas, sei que posso comemorar os acertos que consegui até aqui.
Deixei que algumas pessoas fossem embora da minha vida pois creio que, elas já não somavam mais nada comigo, já outras se achegaram a mim e minha vida continuou seguindo o seu curso.
Gostaria de poder apertar o play para o novo que esta à minha porta e fazer o que ainda falta ser feito, tenho sonhos novos e alguns velhos, quem sabe não consiga realiza-los?.
Procuro doses de coragem, numa horinha dessas chego a algum lugar ou talvez nem de tempo, mas não custa nada tentar já que não pretendo ir muito longe, talvez vá apenas até o meu quarto daqui há pouco, e assim estarei feliz!
Sorte? Não acredito nisso, sei que com coragem e fé posso começar tudo de novo, e amanhã se ainda estiver aqui, posso seguir em direção a uma estação da vida e quando o trem passar, embarcar e seguir otimista em direção à muitas estações pelas quais ainda não passei.
Se encontrar algo que me faça ser melhor do que busco ser, então descerei e viverei intensamente esse momento com a certeza de que isso poderá me proporcionar felicidade.
Aprendi que amanhã é outro dia e tudo continuará no mesmo lugar, não importa qual seja o meu tempo, o mundo estará igualzinho mesmo quando eu o deixar no dia em que partir, nada mudará!
Porém ao chegar na ultima estação espero ao menos ficar nas lembranças de alguém, enquanto isso, espero simplesmente ser feliz na estação da vida em que agora me encontro.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Na estação da vida 1" (Crônica da Vida)

Fiz tantas coisas na vida, posso ter exagerado na dose, e pensando em tudo que fiz, só me arrependo do que deixei de fazer por medo do que os outros poderiam pensar ou por falta de coragem.
Tive muitas amizades, mas poucos amigos, alguns se foram na morte e outros se afastaram de mim muitas vezes por divergências em sentido espiritual, perdi a paciência em alguns momentos com pessoas e posso ter dito palavras em momentos errados, em certos casos, voltei atrás em meus pensamentos e sentimentos, embora não queira dizer com isso que concordei ou concordo com o ponto de vista dos outros, afinal, tenho minha própria consciência e o livre arbítrio para minhas escolhas.
Já rompi e refiz laços, mas nunca tive a intenção de romper minhas correntes, comprei muitas brigas e o preço que paguei por isso foi alto demais, (quase morri por causa de algumas delas) esqueci coisas que me disseram ou me acusaram, aprendi a perdoar e perdoei, aprendi à não levantar assuntos enterrados, e foi melhor assim.
Já fui machucado e já machuquei até quem jamais poderia ter machucado, e que hoje faz muita falta na minha vida, porém quando digo sim é sim, não é não!
Não gosto de ficar esperando por algo, tampouco deixo pra lá certas coisas, em especial quando estou com a razão, é por isso que não esqueço as coisas do passado e nem poderia, pois foi com elas que aprendi muito, e é com essas experiências que busco praticar as coisas novas que aprendo todos os dias, ainda que já esteja tão perto do fim da vida.
Já comecei projetos errados, mas procurei concluir meus trabalhos acertados. Putz! Levei alguns sustos, passei por certos equívocos, errei, porém os erros já eram previstos, embora não tenha conseguido realizar todos os meus acertos programados.
Já molhei meu travesseiro muitas vezes na solidão do meu quarto, mas um dia eu disse: "Isso será a última vez!"
É tudo isso que lembro quando estou sentado em alguma estação da vida repensando em tudo que já vivi, e de como valeu a pena viver até aqui!

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

terça-feira, 21 de novembro de 2023

"A vida é como um livro" (Crônica da Vida)

Cada dia que passa é como uma página nova, cada hora que passa é como uma virgula, porém nem o lápis pode escrever o futuro e nem a borracha apagar o passado, mas chega uma hora em que a vida nos tira o lápis e escreve ''FIM".
Por esse motivo aproveito bem o hoje, cada momento é único, o passado até pode ser preservado em imagens ou na memória, mas jamais irá voltar e o futuro pode não chegar.
Então não desperdiço meu tempo com magoas, brigas, ressentimentos mesquinhos, busco sempre a felicidade e que eu seja simplesmente feliz, agora!
Lembro-me que acima das lágrimas e das provas que tantas vezes atravessaram meus caminhos, existe um Verdadeiro Deus me mostrando que o impossível é aquilo que nunca tentei.
Por isso faço o possível para crer nisso, por que o impossível Deus fará por mim, Ele escolhe as melhores estrelas para brilhar no céu para que seus escolhidos possam brilhar.
Talvez eu não mereça brilhar como uma estrela, mas creio que por ser um escolhido Dele, poderei usufruir das suas bênçãos e permanecer brilhando para sempre.
Só depende das minhas escolhas e a forma como deixo Ele me amoldar, afinal, a vida é como um livro, e eu acredito que ainda esteja apenas começando a escrevê-lo.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Minha vida, um livro (2)" (Crônica da Vida)

Minha vida, seria um livro que gostaria de escrever, um livro contando sobre mim e meus amores vividos, também falaria sobre das maldades à mim desejada por alguns, teria de tudo um pouco do que ficou perdido na poeira do passado e que com o tempo foram sendo guardadas nas minhas memórias.
Que todos lessem sobre os muitos sonhos à serem vividos, dos rios que me levariam ao oceano no fim do meu tempo, que aos poucos estará secando no vazio que jamais voltará, embora os oceanos reais jamais se secarão.
Que pudesse viver mais próximo desse oceano e que ele apagasse as coisas tristes vividas, que cria-se novas formações geológicas, novas vistas topográficas dentro do meu peito, e poder navegar nele para novas descobertas, novos horizontes, e que nesse oceano sentisse as mais agradáveis convulsões corpóreas e o clímax do meu próprio holocausto.
Queria escrever um livro ainda que fosse de uma única página, que descrevesse mesmo que em fragmentos tudo aquilo que vivi, que a minha história fosse capaz de servir como reflexão àqueles que ao ler, descobrissem o mais sublime de todos os sentimentos verdadeiros que conheci, o AMOR.
Assim quando escrevo o que agora você lê, sinto um alívio grande no meu coração, minhas dores desaparecem, a coragem volta e as brumas do passado levam para bem longe as saudades que sinto, não sou um escritor conhecido, mas, espero de coração que essas palavras encontrem algum sentido em tudo que tento descrever, que elas por si só possam esclarecer o que vai em meus pensamentos, sentimentos, ideais e meus sonhos na minha vida, esse é o livro que um dia gostaria de escrever.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Minha vida, um livro (1)" (Crônica da Vida)

Um livro que gostaria de escrever, até porque queria poder voar por altas montanhas onde dizem que se morre por causa de uma história vivida ou uma que as vezes insiste em não cicatrizar no peito, de ir para um lugar absoluto do tempo onde não existam homens, nem feras, e as vezes se fica louco por causa da solidão e do silêncio total.
Mas com uma linguagem simples de meras palavras ditas ao vento, onde tudo se torna sem qualquer articulação com o pensamento e o sentimento que se esvai naquele instante tão sublime, no eco imaginário a minha volta.
Queria um mundo onde as pessoas não falassem tanto, (porque já existem tantas conversas imbecis neste mundo) mas que soubessem amar, não amar por uma fração de momento e depois tudo se acaba, mas se amar por inteiro, e que se possível durasse um longo tempo, (pois para o amor não deveria existir horas, aliás, malditos sejam os ponteiros do relógio).
Queria poder nadar em rios que me levassem aos oceanos e que quando chegasse ao mar, me deleita-se em êxtase nas areias da praia me entregando a pessoa amada.
Não quero rios que sejam lendas, mas que me coloquem em contato com o que a natureza me reserva, que descem das montanhas e que não precisasse de barcos, que não me afogasse em seus mitos ou lendas, mas que pudesse estar com a pessoa amada recebendo carinhos de saber que mesmo que viesse a morrer, morreria nos braços macios de um amor vivido, e não num sonho passageiro da hipocrisia de uma vida sem razão alguma de se viver.
Porém as vezes me pergunto:- Será que o que escrevo é algo que terá importância para alguém, ou é só uma forma que encontrei para extravasar meus pensamentos como um poeta?

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Minha história, minhas memórias" (Crônica da Vida)

Meu coração se mantém um pouco mais leve quando falo ou escrevo sobre minha história, ainda que ela não seja a mais bonita, já que em algum momento me perdi na busca de tentar fazer as coisas certas, aliás, nunca fui muito bom em fazer as coisas certas, sempre fiz as coisas de um jeito que não estava escrito, mas tive a coragem de vivenciar o irreal e o que estava fora dos padrões, talvez por isso quase sempre sou rotulado.
Não posso me arrepender das escolhas que fiz, pois se não as fizesse, ai sim teria do que me arrepender, porque ao me arriscar vivi minhas histórias, e não saberia se poderiam ou não funcionar se não tivesse ao menos tentado.
Sempre pensei; "Que fazer se gosto de me arriscar, viver meus sonhos possíveis e impossíveis, vivenciar meus desejos mais íntimos, porém, não deixei minha vida ser jogada fora.
Deixei sim, bagagens pelos caminhos, e minhas pegadas continuam a marcar meus passos, não me importam as dores e mágoas que ganhei nesta vida de erros e acertos.
Este sou eu, um conjunto de derrotas, medos e incertezas, mas também de muitas vitórias, acreditava que alguns a entenderiam e que se acaso precisasse, curariam minhas feridas, porém, nem minhas crenças valeram muito, pois tentam me fazer jogar meu passado no esquecimento, e se esquecem que é a minha vida e as minhas memórias.
Sei que me perdi em alguns momentos, não por falta de amor, mas, por ter amado as pessoas erradas, posso não ter conseguido compreender a forma dos outros em amar ou me amar.
Já que não aceitei as escolhas dos outros ou as que muitos queriam de mim, quem sabe tudo pudesse ter sido diferente se não tivesse meus defeitos, sem querer justificar minhas imperfeições, mas de uma coisa eu sei!
Tudo que vivi até aqui, foi verdadeiro, certo ou errado foi assim e pronto! É por isso que ao menos para mim está é a minha história e minhas memórias, e elas não serão esquecidas enquanto eu viver.

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Sou um poeta" (Crônica da Vida)

Sou um poeta dedicado as palavras, a vida, ao amor, família e aos poucos que posso chamar de amigo, e principalmente dedicado a essência das palavras de Deus, não sou nada perfeito, mas estou na busca da perfeição prometida.
Me visto da fé todos os dias, batalho pra ser quem sou, minha história poucos conhecem e mesmo os que conhecem não sabem de todos os fatos.
Meus dias difíceis poucos percebem, muitas vezes busco fazer uso do silêncio em certas ocasiões, como minha resposta favorita, e o respeito é minha melhor conduta.
Sou um poeta e acredito que a verdade das palavras me liberta, é nelas que me inspiro sempre, me diminuo todos os dias para que a Verdade e o Conhecimento cresça em mim.
Sou um poeta e tenho como temas prediletos em minhas poesias e poemas, Deus e seu Filho, a vida, o amor, relacionamentos, o comportamento humano, a verdade, a natureza e a beleza interior.
Sou um poeta que busca a compreensão dos que julgam minhas palavras, e que sei gostariam de dize-las, só não o fazem porque não tem a coragem de encara-las, que dirá de expor seus sentimentos, que eu como um poeta quero sempre registrá-las.
Talvez por isso, na maioria das vezes, eu seja alguém tão mal compreendido, porém sei que alguns vivem escondidos de si mesmos com medo de se mostrar como pessoas, assim como faço agora me expondo sendo um poeta.

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Eu sou poeta" (Crônica da Vida)

Eu sou poeta, e envolto em meus pensamentos busco neles a inspiração sobre aquilo que estou sentindo em meu coração, sou um ser que busca na criação das palavras os caminhos da mente, e na vaga liberação do silêncio da minha alma expresso tudo aquilo que sinto independente dos julgamentos que sei irão me fazer.
Eu sou poeta, que gosta de correr livre como o vento, busco nas vozes das minhas memórias, alcançar histórias perdidas no tempo tendo o desejo incontido em mim de tornar possível o encontro da lua e do sol, diminuindo assim o entrave dessa dor de tantos anos.
Eu sou poeta que gosta de cavalgar nos meus sonhos, velejar nos mares da minha saudade e passear solto por meus pensamentos, brinco com minhas alegrias e faço das minhas emoções o caminho tranquilo das minhas ilusões, escrevo os nomes da minha vida nas linhas do meu tempo, me instalo no aconchego do meu coração com a sensação de sentir o perfume das minhas poesias e poemas.
Eu sou poeta e posso ser parte de você mesmo sem perceber, pois, como poeta vou e volto num passo carinhoso e suave, onde muitas vezes, misterioso busco nos meus sonhos e sentimentos aflorar os desejos e paixões, uso das minhas palavras para escrever sobre aquilo que muitos não tem coragem de dizer ou demonstrar.
Sou realmente um poeta e a partir de agora não vou apenas tentar ser aquilo que já sinto, ser um poeta!

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Escrever" (Crônica da Vida)

Escrever me faz sentir mais leve, ajuda a libertar meus sentimentos, espanta os fantasmas do passado que as vezes me atormentam, expõe minhas cicatrizes é verdade, mas também mostra as curas, mostra as minhas ideias e opiniões que nem sempre saem de forma verbal.
Como escritor, com minhas escritas quando as descrevo numa folha de papel é como se fosse um fotógrafo, o que lhe dá paz é tirar suas fotografias e depois ver que eternizou algo que passou diante dos seus olhos num breve momento e que ficarão registradas no papel.
Escrever para mim tem o mesmo significado, são momentos que se eternizam em palavras, e isso me faz muito bem, pois é só assim que consigo eternizar as minhas memórias e meus sentimentos que é tudo aquilo que trago nas minhas lembranças e guardados no meu coração.

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. Copyright © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

domingo, 5 de novembro de 2023

"Vergonha ou orgulho?" (Crônica da Vida)

Sei que fiz coisas das quais posso não me orgulhar muito, mas felizmente me livrei da culpa que sentia por tê-las feito, por isto procuro viver de uma forma com o qual não me envergonhe do passado que vivi.
Sou imperfeito, não preciso assinar em cartório aquilo que querem que eu seja, se vivi os momentos que vivi não posso mudar o que fiz, mas posso compreender o que penso agora.
E antes que faça qualquer coisa coloco-me no lugar da outra pessoa, se não gostar do que farei ou for algo que prejudique alguém, não faço!
Entretanto durante minha caminhada não foram os erros que me fizeram ser quem sou, e sim a busca pelo meu aprimoramento é que me tornou a pessoa que sou agora, disso tenho muito com que me orgulhar.
Quisera na minha juventude ter a experiência que adquiri com o passar dos anos, assim baseando-me em tudo que aprendi na vida percebo que não é a vergonha do passado que devo sentir, mas sim me envergonhar das coisas que possa vir a fazer.

®Jorge Bessa Simões

®Velhas Memórias Poéticas. © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"Poeta, um solitário esquecido" (Poema)

Muitas são as pessoas que vivem em minhas memórias, porém sinto na minha solidão a dor da saudade e do esquecimento, por parte de muitas pessoas que habitam meu coração.
E nessa minha maluques solitária revivo minhas lembranças e percebo que a cada dia se aproxima de mim a lápide fria que cobrirá meu túmulo e minha presença logo não será mais sentida.
Meus sentimentos, minhas palavras, serão levados pelo tempo, rasgados das lembranças e dos corações de muitos que não aceitaram ser quem eu sou e por não acreditar naquilo que eu sentia, dizia ou escrevia.

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023
 

"No fundo do poço" (Crônica da Vida)

Quando meu coração quase para e ameaça não mais bater, percebo que estou psicologicamente doente e fraco, então fico chafurdando na escuridão desse buraco profundo em que me encontro, uma luz que possa brilhar e me mostrar uma saída, e quando isso me acontece significa só uma coisa, cheguei ao fundo do poço.
Nesse momento só tenho uma certeza, as únicas companhias que terei serão a solidão, a impotência, o desespero, e o pior, a descrença de muitos em mim, minha autoestima fica tão critica que quase nem percebo que já não tenho mais para onde descer.
É ai que tento encontrar um momento para despertar, dar a volta por cima, cair na real e não ter auto piedade, embora isso possa me causar uma revolta.
Sim, revolta porque fica a impressão que estou rastejando por ajuda quando ninguém está nem ai com a minha situação.
Preciso acordar para conseguir perceber que mesmo nas minhas fraquezas, posso achar uma força imensurável para mudar as coisas.
Chega, já é hora de arranhar as paredes do fundo do poço e subir, não posso viver na escuridão desse buraco pra sempre, mesmo que tenha quem queira me manter nele.
Talvez eu esteja onde preciso estar, vivendo o que for preciso viver, mas creio que seja minha obrigação básica não querer mais continuar no fundo desse poço.
Falta muito! Oh, se falta. Mas, devagar tenho que tentar sair desse buraco psicológico em que estou, que a revolta que agora sinto seja positiva, que ela seja sinônimo de revolução a ponto de me ajudar a fazer mudanças profundas, e me lembrar de algo que nunca deveria esquecer; ninguém vale tanto a pena, a ponto de deixar de me querer bem.
Quantas vezes já tropecei, cai e me levantei, não posso me esquecer de quantas vezes já atingi o fundo do poço.
Mas foi nesses momentos que encontrei forças para enfrentar minhas batalhas, isso sempre foi minha vida, uma batalha atrás da outra, desde que nasci, e é com elas que tenho aprendido a valorizar mais a humildade, o perdão, a simplicidade, a devoção, o cuidado, a fé, o amor e a compreensão que hoje me negam.
Tudo para buscar o que deve permear minha vida, pois sei que logo vou sair do fundo do poço em que me encontro.
Ah, se vou!!!

®Jorge Luiz Bessa

®Velhas Memórias Poéticas. © 2013-2023
®Direitos Autorais Reservados. Lei 9.610/98

*Foto Arquivo Google Imagens.
©Todos os direitos reservados/2023