
Então voltei a pensar nas mesmas perguntas que um dia tive; "Seria melhor que não tivesse voltado para ver tudo isso que é tão triste? Será que essas histórias teriam acabado melhor se estivesse aqui para ajuda-los?" Talvez não!
Cada um seguiu com sua vida e não deve ter havido tempo para reflexões, talvez porque que cada um pensava que o amor era seguro, e que o tinham conquistado a sua maneira e por isso era merecido, mas uma outra parte preferiu lançar-se sozinhos e foram em busca do seus próprios caminhos de volta para si mesmos.
Que tristeza senti, afinal todos acreditavam no amor a suas maneiras, não como a outra metade que gostariam de vive-lo, talvez seja ai que tenha sido seus erros.
Se passaram algum tempo depois desse reencontro e me lembrei que não estava sozinho nessa viagem, até porque não estou separado de ninguém, apenas fiz essa viagem refletindo sobre tudo o que já vivi e vi a minha volta.
Espero que meus amigos(as) sejam capazes de viajar para seus interiores e reflitam muito, pode ser que possam reencontrar ou se afirmarem com suas outras metades, por isso gostaria de perguntar como alguém apaixonado; "Se o amor é livre, pode ele durar uma vida?"
Me recordo dos meus escritos a beira da estrada, pois acredito no amor com todas as suas nuances e compreendo que antes de ser amado temos que saber amar a outra metade.
Já é quase madrugada e me pego nas minhas lembranças de todos meus amores com a força de um leão e a perseverança de uma formiga, imaginando; "Será que o amor é eterno? E se o amor é livre, pode ele durar uma vida?
®Jorge Bessa Simões
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