
Assim procuro usar com discernimento o poder da escolha e do livre arbítrio nas minhas decisões diárias, desde quando me entendi como ser humano, embora as vezes possa errar.
Aprendi nesses anos todos a respeitar e a entender as diferenças que me rodeiam, mas, isso não quer dizer que concorde com tudo que façam ou digam, bem como entendo que ninguém tenha que concordar comigo, me aceitar ou me compreender.
O que quero dizer é que, na vida aprendi a me expressar com o coração e a demonstrar em palavras aquilo que estou sentindo ou vivenciando, mas quando escrevo meus textos, versos, poesias ou poemas, isso não significa que ao escrever, isso seja direta ou indiretamente para alguém.
Desta forma no meu contexto escrito o que tento demonstrar são sentimentos, conhecimentos, sonhos, anseios, alegrias, tristezas, dúvidas e medos, e demonstrar tudo que já vivenciei ou vivo no meu cotidiano, embora para alguns possa não parecer.
Afinal tenho sentimentos como qualquer outra pessoa que tem sangue nas veias, mas isso não significa que estou expondo minhas fraquezas, embora reconheça minhas imperfeições.
Não falo só do passado como alguns dizem, e nem me prendo a ele, tenho sonhos futuros, minhas palavras não são contra ou a favor de ninguém, e jamais são ou serão direcionadas a quem quer que seja.
Assim se por acaso alguém se sentir ofendido ou por ventura vier a compreender minhas palavras de uma outra maneira, deturpando os sentidos daquilo que escrevo, peço desculpas, não tenho tal intenção, e tudo poderá ter sido apenas uma mera coincidência.
®Jorge Bessa Simões
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